Fotos da Feira Fresca na Casa ND

Confira os cliques da fotógrafa Luiz Bongir na inauguração da Casa ND e do Grande Hotel Ronaldo Fraga, a Feira Fresca marcou presença e mostra pra você tudo o que rolou por lá!

Uma casa para chamar de nossa

(Ana Silka/Divulgação)

Em um bairro onde as pessoas andam a pé, se cumprimentam na rua e fazem feira toda semana, ergue-se um chalé de estilo normando construído em 1920 e tombado pelo Patrimônio Histórico. Localizado na rua Ceará, entre a rua dos Aimorés e a Bernardo Guimarães, o chalé foi escolhido a dedo pela publicitária e jornalista de moda Natália Dornellas e o estilista Ronaldo Fraga para a concepção de seus mais novos projetos: a Casa ND e o Grande Hotel Ronaldo Fraga.

O tão esperado Grande Hotel, não hospeda pessoas, mas sim ideias, boas ideias. Com essa proposta, Ronaldo Fraga quebra as paredes que envolvem a moda e extravasa tecidos, conceitos, linhas e agulhas para tecer um diálogo entre moda, gastronomia, música, poesia, sustentabilidade, e o que mais pintar por ai. Por isso, os quartos do casarão não têm camas e sim muita cultura transbordando pelas janelas.

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(Luiza Bongir)

A casa repensa o consumo e a loja do estilista reflete essa mudança. Aberta, ela dialoga com a arquitetura da casa. As peças ora se camuflam, ora se destacam, tornando a experiência de fazer compras tão prazerosa quanto uma ida ao museu.

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(Luiza Bongir)

 

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(Luiza Bongir)

Além da loja conceito do estilista, a casa abriga o Café Dona Diva – sim, agora você encontra o famoso pão de queijo também fora do  Mercado Central –, a primeira Barbearia Cavalera em Belo Horizonte, o clube do vinho Rex Bibendi e o ateliê de Rodrigo Fraga, com alfaiataria feita sob medida.

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(Luiza Bongir)

Subindo as escadarias está a Casa ND, que é uma extensão do Site ND, uma redação viva! Nela, paredes, prateleiras, cômodos, com obras de artistas plásticos belo-horizontinos e produtos de marcas locais que exaltam a cidade.

(Luiza Bongir)

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(Luiza Bongir)

Quando falamos de local, não podemos deixar a feira mais fresca da cidade de fora! Por isso estreamos no dia 03 uma parceria duradoura com a Casa ND. A Feira Fresca esteve presente na inauguração da casa e estará permanentemente. Pães, massas, mel, bolos, geleias, pimentas de diversos produtores da região estarão todos os dias no coração da redação, a cozinha! Se a qualquer hora do dia ou da tarde, bater aquela saudade dos produtos frescos é só correr lá na rua Ceará, 1205, e escolher na estante, as delícias preparadas com muito carinho pelas mãos dos nossos produtores.

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(Luiza Bongir)

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(Mari Guimarães e Stael Cascelli/Divulgação)

Dia 10 de dezembro faremos a primeira Feira Fresca na casa, aberta para quem quiser chegar! Contaremos com a presença dos doces veganos, pra comer sem culpa da Verde Mary, das frutas, verduras e legumes orgânicos da Vem da Terra,  ciabatas recheadas da Bocados, mel orgânico em favo da Verde Vivo Mel, mudinhas para montar a sua própria hortinha, da Fábrica de Hortas, massas frescas secas de sêmola da Pasta Rossi, potinhos de homus e berinjela crua e sem sal da Umami, linguiças de bacon, jiló, provolone e queijos frescos da Empório Vovó Alba. Cervejas artesanais e música para fazer o nosso dia mais feliz!

A visita vale não só pela qualidade dos alimentos, mas também para conhecer e conferir esse novo espaço da cidade! Já pode marcar na agenda. O endereço é rua Ceará, 1205 e estaremos lá com a Feira Fresca montada no sábado, dia 10 de dezembro, de 9h às 15h.

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(Luiza Bongir)

A Feira Fresca floriu a Prudente de Morais no dia 22 de outubro

25 produtores vieram de toda parte de Belo Horizonte, alguns até um pouco mais longe, de sítios e fazendas próximos da capital. Plantaram, cultivaram, colheram, cozinharam para trazer para a Feira Fresca seu melhor ingrediente, sua melhor receita. A primavera ajudou e o cenário na roça ficou mais florido e os produtos da estação mais saborosos.

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Jardim da Porteira Verde

Quem foi na Feira Fresca encontrou, maracujá, cogumelo salmão, jabuticaba, ovo caipira de gema amarelinha, amarelinha. Teve goma de tapioca hidratada e alface que cresceu que é uma beleza! Para produzir alguns produtos a matéria prima foi garimpada e trazida de muito longe para se tornar um produto local, como o cacau usado pela EloBel e a fava de baunilha usada para produzir o açúcar da MiXtura.

 

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Colheita de Jabuticabas da Porteira Verde
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Alface da Fazenda Japão
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Açúcar saborizado da MiXtura

E foi assim. O dia começou com tapioca, café coado, suco de inhame com maracujá. O calor não deu trégua, mas a feira entrou em clima de verão e foi uma delícia! Quem chegou um pouco mais tarde, pôde se refrescar com um chope geladinho harmonizado com uma esfirra vegana de comer ajoelhado.

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Café coado Café das Amoras

Deu pra conhecer os produtores e seus produtos, experimentar um tanto de novidades, e trocar receitas, sorrisos, descobertas. O domingo foi recheado de delícias da Feira Fresca. De café da manhã um brioche artesanal da Minha Pequena Padaria, com mel de abóbora, floração nova da Verde Vivo Mel e granola caseira da Mistura. De almoço um bom arroz orgânico da Vila Verde Eco Alimentação com ovo caipira, cenouras orgânicas, linguiça defumada, um toque de alecrim. De sobremesa mais uma invenção da Verde Mary, um creme de coco com cobertura de goiabada e castanhas no fundo, quase pecaminoso, se não fosse sem açúcar! De tarde um queijinho fresco, um biscoito caseiro, um café coado, porque ninguém é de ferro.

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Sacola da Beatriz Horta Neves

 

 

Feira Fresca cria pernas e vai parar na Prudente de Morais

A 6a edição da Feira Fresca foi abraçada por um dos bairros mais verdes de Beagá, o Cidade Jardim. O bairro, como sugere o próprio nome, não tem só verde em suas ruas, mas também em seu interior. Fomos recebidos de braços abertos pelos moradores que se esbaldaram com o frescor dos produtos e se envolveram em prosas longas com os nossos produtores. Gente de longe também veio conhecer e muitas carinhas que nos acompanham há um tempo continuaram do nosso lado.

O Sábado foi de muita comunhão entre quem come e quem faz, mostrando novas possibilidades de consumo e criando uma relação mais próxima com o alimento.

Foram 19 produtores que saíram de suas hortas, suas fazendas, suas cozinhas para trazer um produto de qualidade, limpo, saudável e consciente direto para a mesa das famílias belo-horizontinas.

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Cogumelos Do Caminhante e orgânicos Vem da Terra  / Foto: Luiza Bongir

Do sítio de Campo Belo foram trazidas frutas, legumes e hortaliças orgânicas de sabor sem igual pela Vem da Terra. Ovos caipira, aqueles de gema amarelinha, vieram pela Viver Caipira. Também teve linguiça da empório Vovó Alba.

Os queijos de cabra do Capril Santa Cecília viajaram da Fazenda Papagaios até a capital mineira, para nossa alegria. A bióloga Estefane da Verde Vivo Mel, cuidou com afinco de suas abelhas para produzir um mel puríssimo com qualidades medicinais para a feirinha. Teve também produtor esquentando a barriga no fogão para fazer deliciosas geleias de frutas Da Época.

E foi pão artesanal feito com biomassa de banana da Sá Vita, homus e pasta de berinjela da Umami, granolas da Mistura e azeite que era nada mais, nada menos que Simplesmente Saudável. Pestos variados foram garantidos pela Sabores da Ci. E o clima esquentou com as pimentas e especiarias da MiXtura.

Feijão, arroz, cereais e grãos inimagináveis era o que não faltava na mercearia da Vila Verde. A Cafetaria da Fazenda reuniu uma seleção de produtos mineiros, tinha até mostarda de jabuticaba. Muito tempero e dois dedos de boa conversa vieram com a Porteira Verde lá de Rio Manso.

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Porteira Verde / Foto: Luiza Bongir

Quem queria criar a sua própria horta podia comprar mudas e aprender com o George da Fábrica de Hortas, numa boa oficina regada a cerveja de panela do Coletivo Cervejeiro Caixa de Areia. Quando batia aquela fome, os salgados da Mamute garantiam delícias veganas para uma tarde mais gostosa, com direito a massagem com biscoitos uma parceria entre Amailuz e Ina Produtos Naturais.

A tarde terminou com um show leve e revigorante do querido Iuri Andrade, artista carioca, que lançou o seu novo filme/cd/não-precisa-de-definições: “Passeio”. Nome melhor não há!

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Iuri Andrade / Foto: Luiza Bongir

Muita gente se reuniu pra falar de comida boa, compartilhar uma cerveja e um bom pão, contar histórias de passarinhos e rememorar as gostosuras de casa de vó. Há quem tenha saído de lá com a sensação de ter passado a tarde toda subindo em arvores e brincando com galinhas para logo em seguida poder se lambuzar com as delícias com gosto de fogão de lenha e quintal de roça.

Nós da Feira Fresca agradecemos todo esse mundaréu de sensações criadas e vividas nesse sábado dia 17 de setembro e torcemos por uma vida leve e cheia de saúde!

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Foto: Luiza Bongir